Vereadores aprovam compra de terreno para novo Museu de História Natural de Curitiba

Curitiba deu mais alguns passos nesta semana para ganhar um novo museu: o Museu de História Natural, ao lado do Jardim Botânico. Vereadores da cidade aprovaram ontem (17) a compra, por permuta, de um terreno ao lado do parque, às margens da Linha Verde.

A ideia é que a área de 4.800 metros quadrados reúna acervos da UFPR (Universidade Federal do Paraná), do atual Museu de História Natural, no Capão da Imbuia, e do Museu Botânico Gerdt Hatschbach. A proposta da UFPR e da prefeitura é criar um grande museu nos moldes dos americanos de Nova York e Washington, e fazer da Linha Verde um eixo de conhecimento e tecnologia.

O novo Museu de História Natural de Curitiba pretende ser o maior do país, e quer garantir o acesso da comunidade aos acervos e ao conhecimento científico produzido por pesquisadores de Curitiba.

Atualmente, o Museu de História Natural Capão da Imbuia já é referência nacional em pesquisa zoológica, e fica situado numa área de remanescentes de araucárias. Ele também é aberto ao público, e tem exposições sobre ecossistemas brasileiros, com animais empalhados e plantas, e uma trilha em meio à floresta de araucárias. Já a UFPR, que propôs a ideia do novo museu, possui acervos de paleontologia, plantas e insetos que somam mais de sete milhões de itens. Atualmente, eles são acessíveis a poucas pessoas.

Ainda não há um projeto de como será o novo museu. A compra da área ao lado do Jardim Botânico, aprovada pela Câmara, foi apenas o primeiro passo para que ele se torne realidade.

Reportagem: Estelita Carazzai

Original em: bandnewsfmcuritiba.com/vereadores-aprovam-compra-de-terreno-para-novo-museu-de-historia-natural-de-curitiba/

4 sugestões de contorno da Praça do Japão pelo Ligeirão Norte/Sul

Com a intenção da prefeitura de Curitiba de colocar em operação o novo ligeirão Norte/Sul ligando o Santa Cândida a Praça do Japão, reacendeu-se a polêmica de como contornar a citada praça sem que se destrua um dos cartões postais da cidade.
Sem invadir o perímetro estabelecido do logradouro, apresentamos abaixo 4 sugestões de trajeto que aliam baixo custo e zero impacto a nossa querida praça.

Vale lembrar que o plano da prefeitura é levar a linha até o terminal Capão Raso, ou seja, qualquer das soluções empregadas são de caráter temporário.

OPÇÃO 1 – RECORTE AO SUL – A Praça do Japão tem formato de meia-lua, delimitada ao sul por uma pequena calçada. A ideia aqui é transformar este trecho calçado em acesso para os ônibus, que poderão contornar a praça sem invadi-la e sem desapropriações.

OPÇÃO 2 – TRAVESSA LANGE – Sem comércio e com poucas entradas residenciais, a travessa Lange é perfeita para a passagem dos ônibus. Bastam alguns poucos ajustes de geometria e mudanças pontuais de mão. A desvantagem é que o ligeirao só poderia parar em um dos sentidos do tubo da Bento Viana.

OPÇÃO 3 – DR. ALEXANDRE GUTIERREZ – A ideia aqui é que os ônibus saiam da canaleta ao sul da praça e voltem através da criação de uma rótula ligando a República Argentina com a Dr. Alexandre Gutierrez. O problema fica por conta da retirada de árvores do atual canteiro que separa as duas vias… mas não mexe na praça do Japão.

OPÇÃO 4 – BRUNO FILGUEIRA – Aqui é forçar a barra, mas pode ser adotado num caso temporário. Os ônibus seguem pela Sete de Setembro até a Bruno Filgueira (uma quadra após a praça). Volta pela Silva Jardim novamente para a canaleta. Custo mínimo mas com impacto no trânsito de carros da região.