Os nomes dos estados

Acre: Vem de áquiri, touca de penas usada pelos índios munducurus.
Alagoas: O nome é derivado dos numerosos lagos e rios que caracterizam o litoral alagoano.
Amapá: Segundo a tradição, o nome teria vindo do nheengatu – língua geral da Amazônia, uma espécie de dialeto tupi-jesuitico significando “terra que acaba” ou “ilha”.
Amazonas: Nome de mulheres guerreiras que teriam sido vistas pelo espanhol Orellana ao desbravar o rio. Para Lokotsch, vem de amasuru, que significa águias retumbantes.
Bahia: O nome foi dado pelos descobridores em função de sua grande enseada.
Ceará: Vem de siará, canto da jandaia, uma espécie de papagaio.
Distrito Federal: Significa, aquele que provem de terras brasileiras. Nome sugerido por José Bonifácio em 1823 em memorial encaminhado à Assembléia Geral Constituinte do Império.
Espírito Santo: Denominação dada pelo donatário Vasco Fernandes Coutinho que ali desembarcou em 1535, num domingo dedicado ao Espírito Santo.
Goiás: Do tupi, gwa ya, nome dos índios guaiás, gente semelhante, igual.
Maranhão: Do tupi, mba’ra, mar, e nã, corrente, rio que semelha o mar, primeiro nome dado ao rio Amazonas.
Mato Grosso: O nome designa uma região com margens cobertas de espessas florestas, segundo antigos documentos.
Mato Grosso do Sul: Foi decida a separação do estado de Mato Grosso em 1977 e efetivada em 1979 para melhor administrar e desenvolver uma região tão extensa.
Minas Gerais: O nome deve-se às muitas minas de ouro espalhadas por quase todo o estado.
Pará: Do tupi, pa’ra, que significa mar, designação do braço direito do Amazonas, engrossado pelas águas do Tocantins.
Paraíba: Do tupi, pa’ra, rio, e a’iba, ruim, impraticável.
Paraná: Do guarani pa’ra, mar, e nã, semelhante, rio grande, semelhante ao mar.
Pernambuco: Do tupi, para’nã, rio caudaloso, e pu’ka, gerúndio de pug., rebentar, estourar. Relativo ao furo ou entrada formado pela junção dos rios Beberibe e Capibaribe.
Piauí: Do tupi, pi’au, piau, nome genérico de vários peixes nordestinos. Piauí é o rio dos piaus.
Rio de Janeiro: O nome deve-se a um equívoco: Martim Afonso de Souza descobriu a enseada a 1º de janeiro de 1532 e a confundiu com um grande rio.
Rio Grande do Norte: Derivado do rio Potengi, em oposição a algum rio pequeno, próximo, ou ao estado do Sul.
Rio Grande do Sul: Primeiramente conhecido como Rio Grande de São Pedro. A Barra do Rio Grande de São Pedro, foi um ponto geográfico estratégico para a fixação do domínio lusitano no sul do país. Local ideal para que lá se instalasse um reduto militar com acesso marítimo ao interior pelo canal Rio Grande que liga a lagoa dos Patos ao oceano.
Rondônia: O nome do estado é uma homenagem ao marechal Rondon.
Roraima: Nome indígena local que significa serra verde ou monte verde. A palavra é formada pela junção de “roro” ou “rora” (verde) com “imã” (serra ou monte).
Santa Catarina: Nome dado por Francisco Dias Velho a uma igreja construída no local sob a invocação daquela santa.
São Paulo: Denominação da igreja construída ali, pelos jesuítas, em 1554 e inaugurada a 25 de janeiro, dia da conversão do santo.
Sergipe: Do tupi, si’ri ü pe, no rio dos siris, primitivo nome do rio junto à barra da capitania.
Tocantins: Nome de tribo indígena que habitou as margens do rio. É palavra tupi que significa bico de tucano.

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