Após garantir auxílio-moradia, TCE/PR questiona transporte coletivo de Curitiba

O Tribunal de Contas do Estado (TCE/PR) aprovou hoje o pagamento de auxílio-moradia a conselheiros, procuradores e auditores do órgão, seguindo exemplo do Judiciário e Ministério Público. A decisão prevê o pagamento de R$ 4,3 mil mensais a vinte integrantes da Corte, o que representa um custo de R$ 1.032.000,00 ao ano. Não haverá necessidade de comprovar gastos com aluguel de imóveis para receber o benefício.

No último dia 4, os ministros do Tribunal de Contas da União aprovaram proposta para que eles recebam auxílio-moradia igual ao que está sendo pago aos demais integrantes do Judiciário. Foram beneficiados os nove ministros, quatro ministros substitutos e sete procuradores do Ministério Público do Tribunal, num total de 20 pessoas.

O Tribunal de Contas do Estado (TCE-PR) negou nesta quinta-feira (19) o sexto recurso proposta pela Urbanização de Curitiba S/A (Urbs) contra o relatório da auditoria sobre a tarifa praticada pelo sistema de transporte coletivo da região metropolitana. O processo, que tem como relator o conselheiro Nestor Baptista, deverá ser votado na sessão do Pleno na próxima quinta-feira (27).

A Urbs já ingressou com dois embargos de declaração, dois recursos de agravo e dois de revisão. Os expedientes são protelatórios, uma vez que, pelo Regimento Interno do TCE-PR, existe um prazo para análise a cada recurso, antes do processo retornar ao gabinete do relator, a quem compete encaminhar para julgamento.

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