Polícia do Senado tenta expulsar @danilogentili por abordar #renancalheiros

Da Folha.com / BlogDaJoice | Policiais do Senado tentaram nesta quarta-feira expulsar uma equipe do programa humorístico CQC, da TV Bandeirantes, depois que o repórter Danilo Gentili abordou o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) nos corredores da Casa.

O repórter, um cinegrafista e um produtor foram convidados a se retirar do Senado depois que perguntaram a Renan se a sua indicação para o Conselho de Ética da Casa é semelhante à escolha do traficante Fernandinho Beira-Mar para o Ministério de Combate às Drogas.

“Ele nos deu uma ordem de expulsão, aí ficamos em um gabinete para não ter que sair do Senado. Um dos seguranças chegou a dizer que estava constrangido porque sabia que nós temos credenciais para circular livremente pela Casa”, disse Gentili.

Depois da ameaça de expulsão, o grupo voltou a realizar gravações nas dependências do Senado sem ser novamente abordado pelos policiais. A Polícia Legislativa do Senado confirmou à Folha que pediu para o grupo se retirar da Casa por não ter credenciais de imprensa que permitem a livre circulação nas dependências da instituição.

“Eles não têm autorização para circular. Se tivessem, nós não teríamos abordado. Eles deram entrada com o pedido [de autorização], mas ele ainda não saiu. Se insistiram nisso, estão descumprindo uma ordem da Casa”, disse o diretor da Polícia do Senado, Pedro Araújo Carvalho.

Entre os parlamentares abordados pelo grupo, está o senador Roberto Requião (PMB-PR) –que na semana passada arrancou o gravador de um repórter da Rádio Bandeirantes depois de se irritar com a sua pergunta. Requião apagou o arquivo com a sua entrevista antes de devolver o aparelho ao jornalista. Assim como Renan, Requião não respondeu às perguntas de Gentili.

Pelo Twitter, Requião protestou contra o repórter do CQC em tom de ameaça. “Novamente nos corredores do Senado o mal cheiroso CQC procurando descolar uma agressão física.”

Comportamento hostil de #Requião com jornalistas é antigo e já teve agressão física

O QUE EU NÃO CONSIGO ENTENDER É COMO UM MEMBRO DO ANTIGO “MDB DE GUERRA” COMO ELE GOSTA DE PRONUNCIAR PODE SER TÃO CONTRA A LIBERDADE DE IMPRENSA.

ONTEM COMENTEI QUE CADA ESTADO TEM O TIRIRICA QUE MERECE E QUE ELE É O NOSSO. O FATO TRISTE É QUE ELE NÃO É O NOSSO TIRIRICA… É O NOSSO SARNEY! ISSO MESMO… TEM MUITA GENTE POR AÍ QUE VOTA NESSE CARA EM TROCA DE UM PRATO DE COMIDA OU DE UMA CAMISETA… O PARANÁ É O CURRAL ELEITORAL DELE.

QUANDO LEMBRO QUE ELE CHEGOU LÁ ATRAVÉS DO NOSSO VOTO SINTO VERGONHA DE SER PARANAENSE!

fonte_BlogDaJoice

UOL | A relação belicosa do senador Roberto Requião (PMDB-PR) com jornalistas é antiga no Paraná. Ele é reincidente quando se trata de agredir fisicamente um representante da categoria no exercício do seu trabalho.

Em abril de 2004, o jornalista Fábio Silveira, de Londrina, teve um dos polegares torcidos por Requião após questionar se suas críticas à política econômica do governo Lula representavam um rompimento com o PT.

Naquele episódio, um gravador também esteve envolvido na confusão. Requião agarrou a mão de Silveira e desligou o equipamento à força. Num blog que mantém na internet, Silveira relembrou o episódio ao falar do caso envolvendo a tomada do equipamento do repórter da Band News, em Brasília.“Pelo menos da outra vez que eu vi esse filme , o senador em questão não ficou com o gravador: devolveu na hora. Só quis se certificar de que estava desligado. O que o deixou tão irritado nesse filme [de 2004], cujo ‘remake’ é feito agora? Uma pergunta sobre as críticas dele à política do então czar da economia no primeiro governo Lula, o neoliberal Antônio Palloci”, relembrou Silveira.

A jornalista Joice Hasselmann, blogueira e âncora da rádio Band News FM, em Curitiba, moveu processo contra Requião e seu irmão, o então secretário estadual da Educação, Maurício Requião, por ataques desferidos contra ela em 2007. A Justiça deu ganho de causa à jornalista e fixou indenização de R$ 25 mil.

Joice foi chamada de “canalha” por Requião em discurso ao vivo na TV Educativa, mantida pelo governo do Estado, para rebater uma reportagem da jornalista. Ela havia produzido reportagem sobre a compra de 20 mil televisores para escolas públicas, que a oposição da época questionou diante da suspeita de cada aparelho ter custado mais do que o encontrado pelo consumidor em lojas de eletrodomésticos.

O político paranaense segue um roteiro previsível quando resolve tentar intimidar jornalistas. Após uma pergunta ou reportagem que o desagrade, Requião parte para a ameaça, o ataque verbal e, como se viu, a agressão física.

Em 2006, o colunista Celso Nascimento, do jornal “Gazeta do Povo”, sofreu processo movido por Requião. Então governador, o político pediu, sem sucesso, a quebra do sigilo telefônico do jornalista.

O objetivo era tentar identificar quem informava Nascimento sobre investigação do Ministério Público Estadual a respeito de indícios da existência de rede de escutas clandestinas promovida supostamente por um policial civil aliado de Requião contra adversários políticos.

Em janeiro de 2009, ainda governador, Requião foi proibido judicialmente de usar a TV Educativa para criticar membros do judiciário, Ministério Público e a imprensa.

Ele ignorou a proibição e recebeu seguidas multas (que ultrapassam R$ 500 mil e foram contestadas por ele) por desrespeitar a ordem. Nesse caso, Requião protestou e, ironicamente, se disse vítima de “censura à liberdade de expressão”.

Quando a piada perde a graça

FONTE: http://colunistas.yahoo.net/posts/10211.html

Há dois anos, Tiago Leifert virou queridinho da mídia ao transformar o “Globo Esporte” de São Paulo em um programa leve e dinâmico. Ganhou fã-clube, projeção nacional e destaque em outros programas a Globo, além de ser um dos brasileiros mais seguidos no Twitter. O telejornal esportivo, exibido no horário do almoço, ganhou uma bem-vinda dose de descontração.

Contudo, dois anos após estrear no comando do “Globo Esporte”, Tiago Leifert sente o gosto de ser vidraça, algo difícil para quem trabalha na emissora líder absoluta de audiência e está mais acostumado a ser bajulado do que questionado. Apenas neste ano, já arrumou polêmica com seguidores do Twitter (chamou parte deles de “imbecis”), teve atrito com Neto, ex-jogador e comentarista da Band e do Yahoo!, e é um dos responsáveis por tornar o jornalismo esportivo em uma espécie de “CQC”, onde o entretenimento vale mais que a notícia.

Não conheço Tiago Leifert. Nada tenho contra o jornalismo esportivo descontraído. Aliás, isso sequer foi algo criado e desenvolvido pelo jornalista da Globo. Há anos, os canais ESPN apostam em uma linguagem leve, mas sem deixar de priorizar a notícia. O “Bate-Bola”, um dos principais telejornais da casa, sempre foi uma atração descontraída no comando de João Carlos Albuquerque (primeira edição) e de Edu Elias (atualmente na MTV Brasil, no renovado “Rockgol”). Agora, Rodrigo Rodrigues apresenta a edição noturna do “Bate-Bola”, com todo traquejo adquiridos em anos de “Vitrine” (Cultura).

Mas voltemos à vaca fria. Tiago Leifert renovou o “Globo Esporte”. Mérito dele. Profissional competente, que volta e meia uma dúzia de detratores tentam desqualificar por ser filho de um diretor da Globo. Bobagem.

Tiago Leifert

O problema do “Globo Esporte” é outro e muito mais grave para o jornalismo. A atração, por escolha ou vítima de sua escolha, agora tem a obrigação de ser engraçada. E isto não serve apenas para Tiago Leifert. Repórteres e editores de imagem tentam provocar risadas com qualquer assunto, muitas vezes em detrimento da informação.

Outro dia, para dar um ar engraçadinho a uma matéria, um dos repórteres chamou o técnico Tite de Antônio Fagundes. O que ele quis dizer com isso, não se sabe. Ficou claro o nítido desconforto do jornalista e do técnico com a gracinha. Até mesmo Tiago Leifert soltou uma risada sem jeito direto do estúdio. Eu fiquei com vergonha alheia diante da televisão.

Não defendo o retorno de um programa sisudo. Que o “Globo Esporte” continue leve. Está em pauta o esporte, assunto que não deve ser encarado a ferro e fogo. Além disso, a atração é exibida durante a hora do almoço. Mas, de qualquer forma, é um programa jornalístico. Ninguém deve se esforçar pra ser bobo da corte em vez de jornalista.

Eu, que me preparei durante toda a adolescência para ingressar em Engenharia Elétrica e abandonei a faculdade em três meses para cursar Jornalismo inspirado por Juca Kfouri e José Trajano na apresentação do “Cartão Verde” (Cultura), lamento quando um estudante do curso cita o “Globo Esporte” como motivador.

E não adianta discordar. Tiago Leifert é mais um membro da Liga do Bom Mocismo da televisão, que também conta com Luciano Huck, com Angélica, com a turma do “CQC” e até mesmo com Jô Soares. Criticá-los é se expor ao apedrejamento, ou, nesses tempos modernos, perder seguidores no Twitter.

O jornalista é o símbolo máximo do bom mocismo à solta, que deixa a televisão bunda-mole. Por trás das piadas, ficam para trás assuntos sérios, como a negociação dos direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro e as transferências nebulosas de jogadores. No “Globo Esporte”, tudo é festa. Mais vale uma matéria sobre um pretenso concurso de beleza entre Zé Love (Santos) e Dentinho (Corinthians) do que escancarar o submundo do futebol, que nem está aí pro torcedor.

Não à toa, o grande parceiro de Tiago Leifert é Caio Ribeiro. Aliás, está mais para escada, já que falamos de humor, não de jornalismo. Como Dedé foi de Didi, como Carlos Alberto de Nóbrega é para os personagens de “A Praça é Nossa”. Rei da obviedade, capaz de dizer no meio de uma transmissão de futebol que “é gol se a bola entrar”, Caio forma a dupla perfeita com o apresentador do “Globo Esporte”.

Triste fim do jornalismo esportivo que se meteu a ser engraçadinho. Tenta ser Pasquim e acaba virando “Zorra Total”.

Apresentadora de TV anuncia vencedora errada na #australia

FONTE: YAHOO!

Produtores de um concurso de top models na Austrália ficaram envergonhados depois que a apresentadora e também modelo Sarah Murdoch anunciou a vencedora errada, no que os jornais locais disseram ter sido a situação mais embaraçosa da TV do país.

Murdoch, nora do barão da mídia Rupert Murdoch, ficou à beira das lágrimas depois de perceber que havia anunciado Kelsey Martinovich, concorrente de 19 anos, da cidade de Sydney, como vencedora da série de TV da Foxtel durante a final, ao vivo.

Martinovich já havia terminado seu discurso de agradecimento quando Murdoch voltou ao palco para revelar que a verdadeira vencedora da votação pública era sua rival, da localidade de Gold Coast, Amanda Ware, de 18 anos.

“Eu não sei o que dizer no momento. Estou me sentindo meio enjoada sobre isso”, disse Murdoch a uma plateia de 2 mil pessoas. Veja a seguir o vídeo (em inglês):