Por que os trabalhadores da Copel entraram em greve?

Cidadão paranaense: você é dono da Copel, uma empresa cujo principal acionista é o Estado do Paraná. Por isso, é nossa obrigação informar a você porque começamos, nesta quinta-feira (22), uma série de paralisações na empresa – as primeiras em 23 anos.

Nos dois últimos anos, a Copel bateu recordes sucessivos em lucratividade. Bom para todos nós, paranaenses. Mas muito melhor para os donos de ações da empresa, que viram sua fatia nesses lucros subir de 25% para 35% do total, por determinação da diretoria indicada pelo governador Beto Richa (PSDB).

Muito bom, também, para esses mesmos diretores, que aumentaram os próprios salários, nesse período, em 42,34% (e quem diz isso não somos nós, mas a própria Copel, em documento público disponível na internet).

Mas e nós, trabalhadores? Nesses dois anos, ao nos sentarmos com a direção da empresa para negociar nosso Acordo Coletivo de Trabalho, tudo o que temos ouvido é uma série de “nãos”. Os diretores, tão dóceis com acionistas e com eles mesmos, são inflexíveis, intransigentes, com as pessoas que fazem da Copel um motivo de orgulho para todos os paranaenses.

São dois anos sem aumento real de salários. Enquanto isso, outras empresas do setor elétrico concedem ganhos reais a seus funcionários. “E eu com isso”, talvez se pergunte você? Saiba que isso é péssimo para a Copel, que está perdendo, nos últimos anos, dezenas de empregados extremamente capacitados, que desistem da empresa por conta dos baixos salários. Quem perde, com isso, somos todos nós, paranaenses. E você, dono da Copel, precisa saber disso.

Este ano, não deu mais pra engolir a intransigência e a prepotência do atual comando da Copel. Recusamos a proposta que um representante da direção chamou de “indecorosa” em assembleias com participação recorde de 5.840 copelianos – ou 61% do total de empregados da empresa. E foi uma recusa categórica: 73,51% dos votos rejeitaram a prepotência, a intransigência da direção da Copel.

Você, cidadão paranaense, pode estar se sentindo contrariado com nossa decisão. Pois saiba de outra coisa: os 15 sindicatos que representam 97% dos trabalhadores da Copel tentaram, de todas as formas, seguir negociando com a empresa para que tivéssemos um aumento real. Mas foram os representantes da empresa que se retiraram da mesa de negociações, dizendo que não haveria nova proposta. E isso não mudou nem mesmo depois que rejeitamos maciçamente a “proposta indecorosa”.

Outra coisa que você deve saber: nas negociações, esses representantes pintam um cenário ruim para o futuro da Copel, bem diferente daquele exibido nas dezenas de anúncios feitos pela empresa no rádio, na televisão, na agência de notícias do governo. E bem diferente daquele exibido aos acionistas.

Afinal, nós, que construímos a Copel, não merecemos o mesmo respeito que merecem os acionistas, ou os diretores? Não queremos 42,34% de aumento. Somos responsáveis. O que pedimos são 8,5% de aumento, o que significa pouco mais de 2,5% de aumento real. É justo, não?

Nós achamos que sim. E, como somos mais de 9 mil pessoas que têm valor, e não preço, decidimos fazer essa paralisação de alerta. Por enquanto, só nesta quinta-feira. Só haverá outras se a direção e o governo do estado se mantiverem intransigentes. E, nesse caso, você já sabe a quem deve cobrar providências.

Contamos com seu apoio, da mesma forma que você sempre pôde contar com a Copel e seus empregados, em todos os momentos.

Trabalhadores da Companhia Paranaense de Energia

#HARUMATSURI – O Festival da Primavera Japonesa

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Fonte: Nikkei Curitiba – Neste fim de semana, acontece o 21o. HARU MATSURI – o Festival da Primavera Japonesa, no Museu Oscar Niemeyer (MON) comemorando a entrada da primavera. Entre as atrações: barracas de culinária japonesa, bBazares, Produtos Orientais, Artesanato, Shows de Taikô e de Canções Japonesas, demonstrações de artes marciais, apresentações de Danças Típicas, escrita Japonesa, Bonsai, Origami, Mangá.
Confira a programação detalhada:

24/setembro – sábado
– 11h00 – Inicio das atividades na praça de alimentação
– 13h30 – Bon Odori / Matsuri Dance
– 14h00 – Cerimônia de abertura oficial do evento
– 14h30 – Apresentação de Artes Marciais
– 15h30 – Show de karaoke infanto-juvenil
– 16h00 – Moti Tsuki
– 16h30 – Shows – Apresentações artísticas e culturais (Odori – dança tradicional, Taiko – Wakaba e RKMD, Yosakoi Soran, Banda Nipson)
– 22h00 – Encerramento das atividades

25/setembro – domingo
– 11h00 – Início das atividades na praça de alimentação
– 14h00 – Bon Odori / Matsuri Dance
– 14h30 – Apresentação de Artes Marciais
– 15h30 – Show de karaoke infanto-juvenil
– 16h00 – Shows – Apresentações artísticas e culturais (Odori – dança tradicional, Taiko – Wakaba e RKMD, Yosakoi Soran, Banda Nipson)
– 19h00 – Encerramento das atividades

Local: MON – Museu Oscar Niemeyer
Endereço: Rua Marechal Hermes, 999 – Centro Cívico
Ingresso: Entrada Franca

O motel

Mirtes não se agüentou e contou para a Lurdes:
– Viram teu marido entrando num motel.
A Lurdes abriu a boca e arregalou os olhos.
Ficou assim, uma estátua de espanto, durante um minuto, um minuto e meio.
Depois pediu detalhes.
– Quando? Onde? Com quem?
– Ontem. No Discretíssimu’s.
– Com quem? Com quem?
– Isso eu não sei.
– Mas como? Era alta? Magra? Loira? Puxava de uma perna?
– Não sei, Lu.
– Carlos Alberto me paga. Ah, me paga.
Quando o Carlos Alberto chegou em casa a Lurdes anunciou que iria deixá-lo e contou por quê.
– Mas que história é essa, Lurdes?
Você sabe quem era a mulher que estava comigo no motel. Era você!
– Pois é. Maldita hora em que eu aceitei ir. 
Discretíssimu’s! Toda a cidade ficou sabendo. Ainda bem que não me identificaram.
– Pois então?
– Pois então, que eu tenho que deixar você. Não vê?
É o que todas as minhas amigas esperam que eu faça. Não sou mulher de ser enganada pelo marido e não reagir.
– Mas você não foi enganada. Quem estava comigo era você!
– Mas elas não sabem disso!
– Eu não acredito, Lurdes! Você vai desmanchar nosso casamento por isso? Por uma convenção?
– Vou!
Mais tarde, quando a Lurdes estava saindo de casa, com as malas, o Carlos Alberto a interceptou.
Estava sombrio:
– Acabo de receber um telefonema – disse..
– Era o Dico.
– O que ele queria?
– Fez mil rodeios, mas acabou me contando. Disse que, como meu amigo, tinha que contar.
– O quê?
– Você foi vista saindo do motel Discretíssimu’s ontem, com um homem.
– Mas o homem era você!
– Eu sei, mas eu não fui identificado.
– Você não disse que era você?
– O que? Para que os meus amigos pensem que eu vou a motel com a minha própria mulher?
– E então?
– Desculpe, Lurdes, mas…
– Mas o quê?
– Vou ter que te dar uma surra…
(Luiz Fernando Veríssimo) 
MORAL DA HISTÓRIA: DEVEMOS CUIDAR APENAS DA NOSSA SAÚDE,
POIS DA NOSSA VIDA, TODO MUNDO CUIDA…

O friozinho de Curitiba

25ºC
Baianos ligam o ar quente.
Curitibanos não vê a hora de chegar o fim de semana pra descer a serra pegar uma praia.

20ºC
Sergipanos tremem incontrolavelmente de frio.
Curitibanos tomam sol na varanda.

15ºC
Carros na Paraíba não ligam mais.
Curitibanos dirigem com os vidros abaixados.

10ºC
Cariocas usam sobretudo, cuecas de lã, luvas e toucas.
Curitibanos botam uma camisa de manga comprida.

5ºC
Toda a população do Maranhão morre.
Curitibanos fecham as janelas de casa.

0ºC
Roraima se desintegra.
Curitibanos fazem o último churrasco nos parques, antes que esfrie.

-10ºC
Amazonenses fogem para o Deserto do Saara.
Curitibanos começam a tirar os casacos quentes do armário.

-200ºC
Papai Noel foge do Pólo Norte.
Curitibanos ficam frustrados que o carro não liga.

-273ºC
Cessa toda a movimentação atômica (zero absoluto) Curitibanos dizem:
-Acho que vou tomar um “LEITE QUENTE”, que tá friozinho….

Flanelinhas incomodam motoristas nas ruas da Capital

FONTE: BLOG DA JOICE | Além de gastar dinheiro com impostos como IPVA, seguro obrigatório e licenciamento os motoristas de Curitiba também precisam se preocupar em pagar outra conta: a dos guardadores de carros. A atividade é ilegal, mas os chamados flanelinhas estão em todas as avenidas, vias e esquinas da cidade e os valores cobrados muitas vezes chegam a assustar os motoristas. Foi o que aconteceu com a publicitária, Beatriz Giublin que saiu com as amigas para dançar em uma boate e precisou estacionar o carro em uma rua no bairro Bacacheri. Quando chegou ao local por volta das 11 horas da noite não avistou nenhum guardador de carro. Mas de madrugada quando se preparava para voltar pra casa, deu cara com um flanelinha que exigiu o pagamento de 10 reais pelo tempo estacionado. Situações como essas são comuns em Curitiba.
O contador Rodrigo Pereira trabalha em um edifício localizado na rua General Carneiro, no centro, e conta que todos os dias se depara com um guardador de carro que trabalha no local como se fosse o dono da rua. A enfermeira Ana Gonçalves afirma que se sente refém dos flanelinhas e cobra uma atitude das autoridades. Existe uma lei federal sancionada em 1975 que prevê a regulamentação do trabalho do guardador de veículos autônomo. Para conseguir o registro é preciso procurar a delegacia regional do trabalho e apresentar alguns documentos. Mas para exercer a profissão é preciso que a prefeitura autorize, mediante lei municipal, em quais ruas os guardadores poderão atuar. O procurador do Ministério Público do Trabalho, Alberto Oliveira, afirma que a atividade é ilegal se não houver autorização. Apesar de ser um instrumento para regulamentar a profissão a lei de 1977 nunca foi aplicada em Curitiba. Mas já foram feitas tentativas para organizar essa classe. Em 2000 o vereador Jair Cesar (PSDB) incentivou os guardadores a se organizarem para criar a associação curitibana de guardadores de veículos amigos do trânsito. Ele explica que os flanelinhas foram orientados sobre como agir no trato com a população. A associação dos guardadores de veículos de Curitiba ainda existe, mas conta com apenas 110 profissionais credenciados. Não existe um levantamento sobre numero total de pessoas que trabalham como guardadores de carros em Curitiba.