Como funciona o voto proporcional

Uma coisa que confunde os eleitores brasileiros é o voto proporcional. Existem três cargos legislativos que utilizam esse sistema para definir os eleitos: deputado federal, deputado estadual e vereador. O voto para senador é majoritário, ou seja, ganha quem tem mais votos.

Talvez essa seja a grande dificuldade do brasileiro: entender por que um deputado mais votado pode ficar de fora, enquanto um menos votado acaba eleito. A explicação é simples, mas vai de encontro à cultura política do país.

Em primeiro lugar, o eleitor não vota no candidato. Vota no partido ou coligação. Ou seja, a primeira coisa que é feita com os votos dos eleitores é a soma de todos os votos que foram para o partido ou coligação. Esses total contempla os votos nas legendas e os votos nos candidatos. Então descobre-se quantos deputados ou vereadores o partido ou coligação elegeu a partir do quociente eleitoral, ou seja, o número total de votos válidos dividido pelo número total de vagas. Isso significa que um deputado pode ser muito votado e, ainda assim, não entrar porque seu partido não recebeu o número suficiente de votos.

Em seguida, verifica-se, em cada partido ou coligação, a colocação dos deputados, do mais para o menos votado. Se o partido ou coligação tem direito a seis vagas a partir do número total de votos recebidos, elegem-se seis candidatos, mesmo que o último deles tenha poucos votos.

Este sistema chama-se “lista aberta“, em que o eleitor faz duas escolhas em apenas um voto: qual o partido que deseja que o represente e, dentro deste partido, qual o candidato que condiz com sua opinião.
fonte.: http://oestadocritico.blogspot.com.br/

Células tumorais expostas à “Quinta Sinfonia”, de Beethoven, perderam tamanho ou morreram

Fonte_oGlobo

Mesmo quem não costuma escutar música clássica já ouviu, numerosas vezes, o primeiro movimento da “Quinta Sinfonia” de Ludwig van Beethoven. O “pam-pam-pam-pam” que abre uma das mais famosas composições da História, descobriu-se agora, seria capaz de matar células tumorais – em testes de laboratório. Uma pesquisa do Programa de Oncobiologia da UFRJ expôs uma cultura de células MCF-7, ligadas ao câncer de mama, à meia hora da obra. Um em cada cinco delas morreu, numa experiência que abre um nova frente contra a doença, por meio de timbres e frequências.

A estratégia, que parece estranha à primeira vista, busca encontrar formas mais eficientes e menos tóxicas de combater o câncer: em vez de radioterapia, um dia seria possível pensar no uso de frequências sonoras. O estudo inovou ao usar a musicoterapia fora do tratamento de distúrbios emocionais.

– Esta terapia costuma ser adotada em doenças ligadas a problemas psicológicos, situações que envolvam um componente emocional. Mostramos que, além disso, a música produz um efeito direto sobre as células do nosso organismo – ressalta Márcia Capella, do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho, coordenadora do estudo.

Clique aqui para ouvir a Quinta Sinfonia

O IRONICO DESSA HISTÓRIA É QUE ESSA MÚSICA ERA TEMA DOS PROGRAMAS DO PRONA, PARTIDO DO FINADO ENÉAS, QUE MORREU EXATAMENTE DE… CÂNCER!


Abestado lidera pesquisas em SP

FONTE: O GLOBO

Maior colégio eleitoral do Brasil, São Paulo pode dar ao candidato Francisco Everardo Oliveira Silva, mais conhecido como Tiririca, a honra de ser o deputado federal mais votado do estado. De acordo com a assessoria do Ibope, uma pesquisa do instituto – não registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) – mostra que o intérprete da música “Florentina” aparece em primeiro lugar na preferência do eleitorado paulista entre todos os candidatos que brigam por uma vaga na Câmara dos Deputados.

Tiririca é candidato pelo PR, na coligação “Juntos por São Paulo”. Em seu registro no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SP), informou não ter nenhum bem declarado. Na aparição durante o horário eleitoral gratuito, Tiririca diz que quer ajudar os mais necessitados, inclusive sua família.

Em outra propaganda, o cantor se pergunta: “O que é que faz o deputado federal? Na realidade, eu não sei. Vote em mim que depois eu te conto. Vote no Tiririca, pior do que está não fica”.

Bom… eu como não duvido mais de nada acredito que a coisa pode ficar pior sim… A vantagem é que o pessoal do CQC e do Pânico vão conseguir encaixar melhor as piadas com um comediante lá no Congresso.

Pensar que o paulista é idiota ao querer votar em alguém que fala tanta besteira na televisão é maldade. Afinal, aqui no Paraná o Requião lidera a corrida pelo senado e o Collor, seiláemque estado, já até chegou lá!

Segue as duas ultimas pérolas do abestado!

Os estados com mais crimes eleitorais

1º. Rio de Janeiro: 3.409 (Nº de crimes eleitorais)
2º. Minas Gerais: 1.912
3º. São Paulo: 1.547
4º. Rio Grande do Norte: 1.529
5º. Paraíba: 1.217
6º. Maranhão: 1.195
7º. Paraná: 846
8º. Ceará: 700
9º. Tocantins: 628
10º. Pará: 572

Fonte: Polícia Federal

A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR: Distrito Federal, Beleza… não é considerado Estado… mas, cadê a Bahia nessa bagaça? E as coisas que a familia de ACM faz por lá?? Concluo que não são consideradas “crime”…

Isso… é… uma… vergonha!