Cantar o hino de costas? Pura bobagem!

Apoio todas essas manifestações enquanto forem apartidárias, ou seja, sem bandeiras de partidos e tal. Contra o sistema pura e simplesmente. Mas, sem querer polemizar, essa história de cantar o hino nacional de costas no jogo do Brasil só pode ser palhaçada.
Quer dizer, se o cidadão aceita pagar uma nota preta pelo ingresso ele está sendo conivente com a roubalheira toda, da mesma forma que o cara que compra CD pirata na esquina financia o tráfico de drogas.
Resumindo, é pura hipocrisia.
Pensem bem, o Castelão (estádio do jogo Brasil e México, alvo da manifestação na hora do hino) tem capacidade para 60 mil pessoas e é praticamente certo que lote. Só com ingressos a Fifa (e somente ela, pq os ingressos foram isentados de impostos) recebe 12 milhões de reais. Isso considerando que cada ingresso custe 200 reais e, sabemos bem, tem muitos por preço maior.
Fora a alimentação dentro do estádio, que além de custarem os olhos da cara, são só de parceiros da Fifa que, adivinhe só, também são isentos de impostos.
Na minha opinião a coisa mais coerente seria simplesmente boicotar tudo isso… não ir nos jogos, não comprar bonequinhos, camisetas…
A melhor coisa seria não dar os lucros que a Fifa e seu parceiros estão esperando do povo brasileiro.

INIESTA vez deu Espanha!

Aquilo que se vem ensaiando dizer há pelo menos dois anos – desde o brilhante título da UEFA Euro 2008 – agora pode ser proferido sem qualquer resquício de dúvida ou concessões: a Espanha é o melhor time de futebol do mundo. É mais: é de fato a campeã do mundo, o oitavo país na história a conquistar a Copa do Mundo da FIFA.

A final da África do Sul 2010 fez com que o lotado Soccer City de Johanesburgo prendesse a respiração não uma ou duas, mas incontáveis vezes. Noventa minutos não foram o suficiente para decidir qual dos dois, Holanda ou Espanha, se tornaria o mais novo campeão. Na verdade, faltou pouco para que 120 minutos também não o fossem. Apenas um gol de Andrés Iniesta a quatro minutos do final do tempo extra confirmou a superioridade que os espanhóis mostraram ao longo de quase todo o jogo e coroou definitivamente uma geração que pulverizou um tal “estigma das quartas de final” que caracterizava o pais até há pouco.

Quem continua, sim, com um estigma desconfortável é a Holanda, que após 14 vitórias consecutivas entre eliminatórias e Copa do Mundo da FIFA, caiu mais uma vez na partida decisiva, pela terceira vez em sua história, depois das derrotas para Alemanha em 1974 e Argentina em 1978.

O primeiro Mundial em solo africano teve um campeão inédito. O mundo do futebol tem, indiscutível, sua melhor equipe. E, para sempre, um novo integrante para sua elite. Que a Espanha seja bem vinda à galeria!

Pressão que vai e vem
A princípio, era como se a Espanha saísse diretamente do apito final de sua partida diante da Alemanha para o Soccer City. O mesmo domínio que a Fúria exerceu na semifinal apareceu claro e intenso nos primeiros minutos de jogo: logo aos cinco minutos, Sergio Ramos acertou uma cabeçada linda que obrigou Maarten Stekelenburg a uma boa defesa. Em seguida, o mesmo lateral direito invadiu a área e obrigou John Heitinga a afastar na boca do gol. Mais um minuto e era David Villa acertando um voleio na rede pelo lado de fora. Pressão, jogo de uma só equipe, questão de tempo para o gol sair?

Não exatamente. Porque, afinal, o que estava em jogo não era qualquer coisa, mas um titulo mundial. Aliás, não só isso, mas essencialmente o lugar dos dois países na história do futebol. E, com um prêmio desses, é compreensível que quem acabe tomando conta do ambiente seja o nervosismo. Foram 20 faltas ao longo de todo o primeiro tempo, com cinco cartões amarelos. Entre as divididas e disputas acirradas, sobrou uma breve reação holandesa nos últimos minutos, quando a equipe chegou a ameaçar o gol de Iker Casillas, num chute rasteiro de Arjen Robben, já nos descontos da primeira parte.

Veio o segundo tempo e, com ele, uma média aritmética daquilo que aconteceu no primeiro: se, por um lado, o clima seguia tenso – com mais oito cartões amarelos no total, além de um vermelho, chegando ao recorde de dez numa final de Copa do Mundo, superando os seis de 1986 -, por outro também a Espanha dominava a posse de bola e aparentava estar mais perto de marcar. A principal diferença é que o contragolpe da Holanda, o motor da grande campanha recente do país, começou a funcionar.

O exemplo mais claro foi a ocasião em que Robben aproveitou um tremendo buraco na defesa aos 16 minutos, recebeu passe de Wesley Sneijder e apareceu frente a frente com Casillas. O goleiro do Real Madrid esperou até o último minuto para sair e impediu o gol com as pernas. Embora quem tenha passado a criar mais e mais chances tenha sido a Espanha, o recado estava dado.

Nervos e a cartada final
Mesmo as alterações que Bert van Marwijk e Vicente del Bosque fizeram ao longo do segundo tempo tinham menos o risco de tentar mudar demais o jogo do que apenas a reposição de peças por outras similares, mas mais descansadas. Foi assim para a Holanda, com Eljero Elia no lugar de Dirk Kuyt, e também com os espanhóis, que trocaram Pedro por Jesús Navas e Xabi Alonso por Cesc Fàbregas. Até o fim dos 90 minutos, a história foi a mesma, com a Espanha se aproximando perigosamente, como nas chances claras de David Villa aos 24 – salva por Heitinga na frente do gol – e uma cabeçada de Sergio Ramos, livre na pequena área.

Noventa minutos não foram o bastante para destilar tanto nervosismo. Pela sexta vez na história, a final da Copa do Mundo da FIFA precisava da prorrogação. E, então, era como se a partida começasse outra vez. A partida em que a Espanha resolvia controlar o jogo e decidi-lo à sua maneira. Que foi o que quase aconteceu com Andrés Iniesta, livre na cara do gol aos cinco minutos. O meia avançou, demorou a chutar e foi desarmado. Em seguida, Jesús Navas assustou a massa holandesa que ocupou boa parte do Soccer City, com um chute desviado que bateu na rede pelo lado de fora.

Era pressão que já não pararia mais, e que só se intensificou quando Heitinga recebeu seu segundo amarelo aos quatro minutos do segundo tempo. De alguma forma, o gol precisava sair. Foram precisos, no total, 116 minutos, mas enfim a Espanha matadora apareceu. Andrés Iniesta, que tantas vezes tivera chances de invadir a área holandesa sem poder concluir, recebeu um passe perfeito de Fàbregas que não deixava outra opção além da bomba cruzada que bateu Stekelenburg.

Aquilo que se vem ensaiando dizer há pelo menos dois anos – desde o brilhante título da UEFA Euro 2008 – agora pode ser proferido sem qualquer resquício de dúvida ou concessões: a Espanha é o melhor time de futebol do mundo. É mais: é de fato a campeã do mundo, o oitavo país na história a conquistar a Copa do Mundo da FIFA.

A final da África do Sul 2010 fez com que o lotado Soccer City de Johanesburgo prendesse a respiração não uma ou duas, mas incontáveis vezes. Noventa minutos não foram o suficiente para decidir qual dos dois, Holanda ou Espanha, se tornaria o mais novo campeão. Na verdade, faltou pouco para que 120 minutos também não o fossem. Apenas um gol de Andrés Iniesta a quatro minutos do final do tempo extra confirmou a superioridade que os espanhóis mostraram ao longo de quase todo o jogo e coroou definitivamente uma geração que pulverizou um tal “estigma das quartas de final” que caracterizava o pais até há pouco.

Quem continua, sim, com um estigma desconfortável é a Holanda, que após 14 vitórias consecutivas entre eliminatórias e Copa do Mundo da FIFA, caiu mais uma vez na partida decisiva, pela terceira vez em sua história, depois das derrotas para Alemanha em 1974 e Argentina em 1978.

O primeiro Mundial em solo africano teve um campeão inédito. O mundo do futebol tem, indiscutível, sua melhor equipe. E, para sempre, um novo integrante para sua elite. Que a Espanha seja bem vinda à galeria!

Pressão que vai e vem
A princípio, era como se a Espanha saísse diretamente do apito final de sua partida diante da Alemanha para o Soccer City. O mesmo domínio que a Fúria exerceu na semifinal apareceu claro e intenso nos primeiros minutos de jogo: logo aos cinco minutos, Sergio Ramos acertou uma cabeçada linda que obrigou Maarten Stekelenburg a uma boa defesa. Em seguida, o mesmo lateral direito invadiu a área e obrigou John Heitinga a afastar na boca do gol. Mais um minuto e era David Villa acertando um voleio na rede pelo lado de fora. Pressão, jogo de uma só equipe, questão de tempo para o gol sair?

Não exatamente. Porque, afinal, o que estava em jogo não era qualquer coisa, mas um titulo mundial. Aliás, não só isso, mas essencialmente o lugar dos dois países na história do futebol. E, com um prêmio desses, é compreensível que quem acabe tomando conta do ambiente seja o nervosismo. Foram 20 faltas ao longo de todo o primeiro tempo, com cinco cartões amarelos. Entre as divididas e disputas acirradas, sobrou uma breve reação holandesa nos últimos minutos, quando a equipe chegou a ameaçar o gol de Iker Casillas, num chute rasteiro de Arjen Robben, já nos descontos da primeira parte.

Veio o segundo tempo e, com ele, uma média aritmética daquilo que aconteceu no primeiro: se, por um lado, o clima seguia tenso – com mais oito cartões amarelos no total, além de um vermelho, chegando ao recorde de dez numa final de Copa do Mundo, superando os seis de 1986 -, por outro também a Espanha dominava a posse de bola e aparentava estar mais perto de marcar. A principal diferença é que o contragolpe da Holanda, o motor da grande campanha recente do país, começou a funcionar.

O exemplo mais claro foi a ocasião em que Robben aproveitou um tremendo buraco na defesa aos 16 minutos, recebeu passe de Wesley Sneijder e apareceu frente a frente com Casillas. O goleiro do Real Madrid esperou até o último minuto para sair e impediu o gol com as pernas. Embora quem tenha passado a criar mais e mais chances tenha sido a Espanha, o recado estava dado.

Nervos e a cartada final
Mesmo as alterações que Bert van Marwijk e Vicente del Bosque fizeram ao longo do segundo tempo tinham menos o risco de tentar mudar demais o jogo do que apenas a reposição de peças por outras similares, mas mais descansadas. Foi assim para a Holanda, com Eljero Elia no lugar de Dirk Kuyt, e também com os espanhóis, que trocaram Pedro por Jesús Navas e Xabi Alonso por Cesc Fàbregas. Até o fim dos 90 minutos, a história foi a mesma, com a Espanha se aproximando perigosamente, como nas chances claras de David Villa aos 24 – salva por Heitinga na frente do gol – e uma cabeçada de Sergio Ramos, livre na pequena área.

Noventa minutos não foram o bastante para destilar tanto nervosismo. Pela sexta vez na história, a final da Copa do Mundo da FIFA precisava da prorrogação. E, então, era como se a partida começasse outra vez. A partida em que a Espanha resolvia controlar o jogo e decidi-lo à sua maneira. Que foi o que quase aconteceu com Andrés Iniesta, livre na cara do gol aos cinco minutos. O meia avançou, demorou a chutar e foi desarmado. Em seguida, Jesús Navas assustou a massa holandesa que ocupou boa parte do Soccer City, com um chute desviado que bateu na rede pelo lado de fora.

Era pressão que já não pararia mais, e que só se intensificou quando Heitinga recebeu seu segundo amarelo aos quatro minutos do segundo tempo. De alguma forma, o gol precisava sair. Foram precisos, no total, 116 minutos, mas enfim a Espanha matadora apareceu. Andrés Iniesta, que tantas vezes tivera chances de invadir a área holandesa sem poder concluir, recebeu um passe perfeito de Fàbregas que não deixava outra opção além da bomba cruzada que bateu Stekelenburg.

FONTE: FIFA

Morumbi fora da Copa de 2014

Na porta do Randpark Club, o complexo de golfe que fica ao lado do hotel da seleção brasileira, em Johannesburgo, o presidente do Corinthians e chefe da delegação brasileira durante a Copa do Mundo da África do Sul, Andrés Sanchez, não pensou duas vezes quando foi indagado, nesta sexta-feira, sobre a possibilidade de o Morumbi ficar fora do Mundial de 2014. Cercado por jornalistas, o dirigente fez uma análise clara e em voz alta. “[O Morumbi] Está fora, ué. Qual a novidade nisso? E a abertura vai ser em Pirituba”, garantiu. Sanchez disse não ter nada contra o estádio nem contra o São Paulo. Apenas opinou sobre a informação que já confirmou com autoridades da Fifa. “O São Paulo não vai ter condições financeiras de bancar as reformas do estádio”, argumentou. “Quanto à abertura, ter espaço no entorno do estádio é muito importante. Como vão fazer com aquelas mansões ali ao lado? Podem até derrubar dez, mas seria necessário derrubar mais de 100”. O dirigente, maior aliado atualmente do presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira, disse que o Corinthians vai erguer um estádio a partir do segundo semestre deste ano. Mas não sabe ainda se a arena servirá para a Copa no Brasil. “O negócio é em Pirituba. Isso já é público”. Em abril, a Agência Estado publicou matéria sobre a exclusão do Morumbi na Copa e outra, que apontava Pirituba como a arena que deveria abrir o Mundial de 2014.

Fonte: http://g.br.esportes.yahoo.com/futebol/copa/noticias/sanchez-revela-morumbi-fora-da–esportes-sanchez-revela-morumbi-fora-da-28052010-25.html

A misteriosa lista de Dunga

Por Ricardo Freiesleben, da Redação Yahoo! Brasil

Caros apreciadores da nossa seleção brasileira e torcedores do contra. Nesta terça-feira (11), por volta das 13h00, Dunga finalmente vai divulgar a lista dos 23 convocados para a Copa do Mundo da África, que começa exatamente um mês após o anúncio da convocação. Além destes que terão o passaporte garantido, o técnico deverá revelar até o final do dia mais sete nomes que ficarão em estado de alerta no caso de algum corte até o início do Mundial.

Baseado em números e em tudo o que acompanhei desde o início da trajetória de Dunga no comando da seleção pentacampeã mundial, divulgo aqui a provável lista que será anunciada amanhã. Claro que fiz minhas apostas, mas para não trabalharmos apenas no “chute”, apesar de alguns serem inevitáveis, vamos trabalhar em cima de números. Vejamos abaixo a relação de todos os jogadores que vestiram a amarelinha desde a chegada do treinador, em 24 de julho de 2006, para saber quem tem mais ou menos chances.







Alguns dados interessantes: Robinho e Gilberto Silva, mesmo sem serem assumidades entre os torcedores brasileiros, foram os que mais jogaram entre os 89 convocados na Era Dunga, com 47 partidas cada. Assim como, quando falamos em gols, Luís Fabiano, com 19, o mesmo Robinho, com 16, além de Kaká, com 13, foram os que mais marcaram tentos pela amarelinha neste período.

Existem também aqueles que foram convocados, mas não tiveram sequer uma oportunidade de entrar em campo como Bobô, Wagner, Morais, Jonatas, Denílson, Carlinhos, Breno, Léo, Gladstone, além dos goleiros Fábio, Victor, Diego Alves, Renan e Cássio. Foram 27 as convocações para os 53 jogos em que Dunga dirigiu a seleção desde 2006. Alguns jogadores, apesar de convocados, não chegaram a se apresentar: Fábio Aurélio, por lesão, Amauri, impedido pela Juve, além de Zé Roberto, que pediu dispensa antes da Copa América de 2007.

Vale também uma comparação entre a primeira e a última convocação realizada pelo técnico Dunga para ver quem se manteve e quem deixou de vestir a amarelinha nestes quatro anos:

Primeiro jogo | 16/08/2006 | Brasil 1 x 1 Noruega
Gomes; Cicinho (Maicon), Lúcio, Juan (Alex) e Gilberto; Edmílson (Dudu Cearense), Gilberto Silva, Elano (Júlio Baptista) e Daniel Carvalho (Vagner Love); Robinho e Fred.

Último jogo | 02/03/2010 | Brasil 2 x 0 Irlanda
Júlio César; Maicon (Carlos Eduardo), Lúcio (Luisão), Juan e Michel Bastos; Gilberto Silva, Felipe Melo, Ramires (Daniel Alves) e Kaká; Robinho (Nilmar) e Adriano (Grafite).

Vistas todas as informações e dados acima, vou aqui arriscar os 23 nomes que serão convocados por Dunga para a Copa.

É isso. Apesar de não concordar com algumas das opções feitas pela comissão técnica, acredito que ao menos 80% dessa lista seja confirmada nesta terça-feira. E, concordando ou não, sei que Dunga tem feito um belo trabalho e certamente colocará a nossa seleção como forte candidata ao título. Resta torcer.

Participe do clube da FIFA

Album da Copa Virtual

A Fifa anunciou em seu site o lançamento oficial do álbum de figurinhas online da Copa do Mundo de 2010, que será disputada na África do Sul. Entre as novidades mais interessantes, está a possibilidade dos fãs colecionarem e trocarem os jogadores virtualmente.

Para começar a coleção, o internauta primeiro precisa ser um membro do Club FIFA. A cada dia, um par de pacotes virtual é entregue contendo cinco figurinhas cada.

Cada uma das 32 seleções terá 11 jogadores, além das figurinhas especiais que, assim como no álbum normal, complementam a coleção. A cada dia que logar, vc recebe 3 pacotinhos de figurinhas, com 5 figurinhas em cada pacote, e ainda pode ganhar pacotes extras.

Pra se cadastrar e ser um membro Club FIFA:http://pt.fifa.com/theclub/index.html
após se cadastrar, clique em: http://pt.stickeralbum.fifa.com/login
e faça o login, pra adquirir seu álbum!

DM! > Eu já tenho o meu… é massa a bagaça… 🙂