Flanelinhas incomodam motoristas nas ruas da Capital

FONTE: BLOG DA JOICE | Além de gastar dinheiro com impostos como IPVA, seguro obrigatório e licenciamento os motoristas de Curitiba também precisam se preocupar em pagar outra conta: a dos guardadores de carros. A atividade é ilegal, mas os chamados flanelinhas estão em todas as avenidas, vias e esquinas da cidade e os valores cobrados muitas vezes chegam a assustar os motoristas. Foi o que aconteceu com a publicitária, Beatriz Giublin que saiu com as amigas para dançar em uma boate e precisou estacionar o carro em uma rua no bairro Bacacheri. Quando chegou ao local por volta das 11 horas da noite não avistou nenhum guardador de carro. Mas de madrugada quando se preparava para voltar pra casa, deu cara com um flanelinha que exigiu o pagamento de 10 reais pelo tempo estacionado. Situações como essas são comuns em Curitiba.
O contador Rodrigo Pereira trabalha em um edifício localizado na rua General Carneiro, no centro, e conta que todos os dias se depara com um guardador de carro que trabalha no local como se fosse o dono da rua. A enfermeira Ana Gonçalves afirma que se sente refém dos flanelinhas e cobra uma atitude das autoridades. Existe uma lei federal sancionada em 1975 que prevê a regulamentação do trabalho do guardador de veículos autônomo. Para conseguir o registro é preciso procurar a delegacia regional do trabalho e apresentar alguns documentos. Mas para exercer a profissão é preciso que a prefeitura autorize, mediante lei municipal, em quais ruas os guardadores poderão atuar. O procurador do Ministério Público do Trabalho, Alberto Oliveira, afirma que a atividade é ilegal se não houver autorização. Apesar de ser um instrumento para regulamentar a profissão a lei de 1977 nunca foi aplicada em Curitiba. Mas já foram feitas tentativas para organizar essa classe. Em 2000 o vereador Jair Cesar (PSDB) incentivou os guardadores a se organizarem para criar a associação curitibana de guardadores de veículos amigos do trânsito. Ele explica que os flanelinhas foram orientados sobre como agir no trato com a população. A associação dos guardadores de veículos de Curitiba ainda existe, mas conta com apenas 110 profissionais credenciados. Não existe um levantamento sobre numero total de pessoas que trabalham como guardadores de carros em Curitiba.

Comportamento hostil de #Requião com jornalistas é antigo e já teve agressão física

O QUE EU NÃO CONSIGO ENTENDER É COMO UM MEMBRO DO ANTIGO “MDB DE GUERRA” COMO ELE GOSTA DE PRONUNCIAR PODE SER TÃO CONTRA A LIBERDADE DE IMPRENSA.

ONTEM COMENTEI QUE CADA ESTADO TEM O TIRIRICA QUE MERECE E QUE ELE É O NOSSO. O FATO TRISTE É QUE ELE NÃO É O NOSSO TIRIRICA… É O NOSSO SARNEY! ISSO MESMO… TEM MUITA GENTE POR AÍ QUE VOTA NESSE CARA EM TROCA DE UM PRATO DE COMIDA OU DE UMA CAMISETA… O PARANÁ É O CURRAL ELEITORAL DELE.

QUANDO LEMBRO QUE ELE CHEGOU LÁ ATRAVÉS DO NOSSO VOTO SINTO VERGONHA DE SER PARANAENSE!

fonte_BlogDaJoice

UOL | A relação belicosa do senador Roberto Requião (PMDB-PR) com jornalistas é antiga no Paraná. Ele é reincidente quando se trata de agredir fisicamente um representante da categoria no exercício do seu trabalho.

Em abril de 2004, o jornalista Fábio Silveira, de Londrina, teve um dos polegares torcidos por Requião após questionar se suas críticas à política econômica do governo Lula representavam um rompimento com o PT.

Naquele episódio, um gravador também esteve envolvido na confusão. Requião agarrou a mão de Silveira e desligou o equipamento à força. Num blog que mantém na internet, Silveira relembrou o episódio ao falar do caso envolvendo a tomada do equipamento do repórter da Band News, em Brasília.“Pelo menos da outra vez que eu vi esse filme , o senador em questão não ficou com o gravador: devolveu na hora. Só quis se certificar de que estava desligado. O que o deixou tão irritado nesse filme [de 2004], cujo ‘remake’ é feito agora? Uma pergunta sobre as críticas dele à política do então czar da economia no primeiro governo Lula, o neoliberal Antônio Palloci”, relembrou Silveira.

A jornalista Joice Hasselmann, blogueira e âncora da rádio Band News FM, em Curitiba, moveu processo contra Requião e seu irmão, o então secretário estadual da Educação, Maurício Requião, por ataques desferidos contra ela em 2007. A Justiça deu ganho de causa à jornalista e fixou indenização de R$ 25 mil.

Joice foi chamada de “canalha” por Requião em discurso ao vivo na TV Educativa, mantida pelo governo do Estado, para rebater uma reportagem da jornalista. Ela havia produzido reportagem sobre a compra de 20 mil televisores para escolas públicas, que a oposição da época questionou diante da suspeita de cada aparelho ter custado mais do que o encontrado pelo consumidor em lojas de eletrodomésticos.

O político paranaense segue um roteiro previsível quando resolve tentar intimidar jornalistas. Após uma pergunta ou reportagem que o desagrade, Requião parte para a ameaça, o ataque verbal e, como se viu, a agressão física.

Em 2006, o colunista Celso Nascimento, do jornal “Gazeta do Povo”, sofreu processo movido por Requião. Então governador, o político pediu, sem sucesso, a quebra do sigilo telefônico do jornalista.

O objetivo era tentar identificar quem informava Nascimento sobre investigação do Ministério Público Estadual a respeito de indícios da existência de rede de escutas clandestinas promovida supostamente por um policial civil aliado de Requião contra adversários políticos.

Em janeiro de 2009, ainda governador, Requião foi proibido judicialmente de usar a TV Educativa para criticar membros do judiciário, Ministério Público e a imprensa.

Ele ignorou a proibição e recebeu seguidas multas (que ultrapassam R$ 500 mil e foram contestadas por ele) por desrespeitar a ordem. Nesse caso, Requião protestou e, ironicamente, se disse vítima de “censura à liberdade de expressão”.