Brasileira é a pessoa mais velha do mundo

FONTE: YAHOO | A brasileira Maria Gomes Valentim, de 114 anos, entrou esta quarta-feira para o livro Guiness dos recordes como a pessoa mais velha do mundo, desbancando a americana Besse Cooper, que é 48 dias mais jovem, informou a organização em sua página na internet.

“Hoje (quarta-feira), o livro dos Recordes Guinness, autoridade mundial em quebra de marcas, pôde confirmar que a brasileira Maria Gomes Valentim ganhou o título de ‘Pessoa com vida mais velha’, com 114 anos e 313 dias de idade”, ressaltou o texto, publicado em Londres.

Maria Gomes nasceu em 9 de julho de 1896, na cidade de Carangola (estado de Minas Gerais, sudeste), onde reside. Até agora, o título pertencia a Besse Cooper, nascida no estado do Tennessee (centro dos Estados Unidos) em 26 de agosto de 1896, isto é, 48 dias depois da brasileira.

Consultada pelo Guinness, a mulher mais velha do mundo atribuiu sua longevidade à “dieta saudável”, que inclui em algumas ocasiões uma taça de vinho.

“Ainda com mãos muito fortes, é capaz de comer completamente sem ajuda”, destacou o comunicado.

Viúva desde 1946, a idosa se locomove em cadeira de rodas e recebe pensão de um salário mínimo (R$ 545). Ela tem um filho, quatro netos e sete bisnetos.

MEC distribui livro que aceita erros de português

Fonte: O GLOBO | De acordo com site, o Programa Nacional do Livro Didático, do Ministério da Educação (MEC), distribuiu a cerca de 485 mil estudantes jovens e adultos do ensino fundamental e médio uma publicação que faz uma defesa do uso da língua popular, ainda que com incorreções. Para os autores do livro, deve ser alterado o conceito de se falar certo ou errado para o que é adequado ou inadequado, por exemplo: “Posso falar ‘os livro’?’ Claro que pode, mas dependendo da situação, a pessoa pode ser vítima de preconceito linguístico” – diz um dos trechos da obra “Por uma vida melhor”, da coleção “Viver, aprender”.

Dentre as frases citadas e consideradas válidas estão “nós pega o peixe” e “os menino pega o peixe”. Uma das autoras do livro, Heloisa Ramos afirmou, em entrevista ao “Jornal Nacional”, da Rede Globo, que não se aprende a língua portuguesa decorando regras ou procurando palavras corretas em dicionários.

“O ensino que a gente defende é um ensino bastante plural, com diferentes gêneros textuais, com diferentes práticas de comunicação para que a desenvoltura linguística aconteça”, concluiu Heloisa Ramos.

Em nota encaminhada ao “Jornal Nacional”, o Ministério da Educação informou que a norma culta da língua será sempre a exigida nas provas e avaliações, mas que o livro estimula a formação de cidadãos que usem a língua com flexibilidade. O propósito também, segundo o MEC, é discutir o mito de que há apenas uma forma de se falar corretamente. Ainda segundo o ministério, a escrita deve ser o espelho da fala.

O vestibular pode ficar ainda pior?

A escolha dos livros do Vestibular está irregular e ultrapassada. De que adianta cobrar livros com conteudo erótico para os estudantes lerem? Ninguem gosta de ler aqueles lixos de Machado de Assis e seus amigos.

Já chegou a hora dos responsáveis pela escolha dos livros se adaptarem a geração atual. Já está mais do que na hora de incluirem as grandes obras da atualidade, como Crepúsculo e Harry Potter.

Os estudantes tem que ler os livros conceituados na atualidade e não livros escritos em tempos passados por pessoas com distúrbios psicológicos, considerados gênios pelos adolescentes do passado, que hoje elaboram a lista dos livros do vestibular, que não tinham internet e se deleitavam lendo os livros dos autores então cobrados pela banca.

Gabriela Klein, estudante do 3° ano de uma escola estadual em Carapícuiba, SP