Cantar o hino de costas? Pura bobagem!

Apoio todas essas manifestações enquanto forem apartidárias, ou seja, sem bandeiras de partidos e tal. Contra o sistema pura e simplesmente. Mas, sem querer polemizar, essa história de cantar o hino nacional de costas no jogo do Brasil só pode ser palhaçada.
Quer dizer, se o cidadão aceita pagar uma nota preta pelo ingresso ele está sendo conivente com a roubalheira toda, da mesma forma que o cara que compra CD pirata na esquina financia o tráfico de drogas.
Resumindo, é pura hipocrisia.
Pensem bem, o Castelão (estádio do jogo Brasil e México, alvo da manifestação na hora do hino) tem capacidade para 60 mil pessoas e é praticamente certo que lote. Só com ingressos a Fifa (e somente ela, pq os ingressos foram isentados de impostos) recebe 12 milhões de reais. Isso considerando que cada ingresso custe 200 reais e, sabemos bem, tem muitos por preço maior.
Fora a alimentação dentro do estádio, que além de custarem os olhos da cara, são só de parceiros da Fifa que, adivinhe só, também são isentos de impostos.
Na minha opinião a coisa mais coerente seria simplesmente boicotar tudo isso… não ir nos jogos, não comprar bonequinhos, camisetas…
A melhor coisa seria não dar os lucros que a Fifa e seu parceiros estão esperando do povo brasileiro.

Mudança nas regras para retenção do Pis, Cofins e Csll na fonte

A Receita Federal do Brasil publicou, nesta quarta-feira (03), no Diário Oficial da União – DOU a Instrução Normativa RFB nº 1.151/2011 que altera a Instrução Normativa nº 459/2004 que trata sobre a retenção de CSLL, PIS e COFINS (4,65%), nos pagamentos efetuados pelas pessoas jurídicas de direito privado a outras pessoas jurídicas pela prestação de serviços. Leia a íntegra da Instrução normativa nº 1151/2011:

INSTRUÇÃO NORMATIVA RFB Nº 1.151, DE 03 DE MAIO DE 2011 – DOU DE 04/05/2011

O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL, no uso da atribuição que lhe confere o inciso III do art. 273 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal do Brasil, aprovado pela Portaria MF nº 587, de 21 de dezembro de 2010, e tendo em vista o disposto no art. 64 da Lei nº 9.430, de 27 de dezembro de 1996, nos arts. 30, 31, 32, 35 e 36 da Lei nº 10.833, de 29 de dezembro de 2003, e nos arts. 21 e 39 da Lei nº 10.865, de 30 de abril de 2004, resolve:

Art. 1º: Os arts. 1º e 11 da Instrução Normativa SRF nº 459, de 18 de outubro de 2004, passam a vigorar com a seguinte redação:

“Art. 1º – § 6º Não estão obrigadas a efetuar a retenção a que se refere o caput, as pessoas jurídicas optantes pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional)

§ 8º O disposto neste artigo não se aplica:

I – às entidades da administração pública federal de que trata o art. 34 da Lei nº 10.833, de 29 de dezembro de 2003, bem como aos órgãos, autarquias e fundações dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios; e

II – aos pagamentos efetuados pelos fundos de investimento autorizados pela Comissão de Valores Mobiliários.

“Art. 11. Para fins do disposto no inciso II do art. 3º, a pessoa jurídica optante pelo Simples Nacional deverá apresentar à pessoa jurídica tomadora dos serviços declaração, na forma do Anexo I, em 2 (duas) vias, assinadas pelo seu representante legal……………………………” (NR)

Art. 2º Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação.

CARLOS ALBERTO FREITAS BARRETO

Fonte: Sistema Fenacon

Uma nova data para a Páscoa

LONDRES (Reuters Life!) – A Última Ceia ocorreu numa quarta-feira — um dia antes do que se pensava — e a data para a Páscoa agora pode ser modificada, segundo um cientista da Universidade de Cambridge que está buscando resolver as contradições mais persistentes da Bíblia.

Cristãos estabeleceram a última refeição de Jesus na Quinta-feira Santa há séculos, mas graças a uma redescoberta do antigo calendário judaico, o professor Colin Humphreys sugere outra interpretação.

“Eu estava intrigado com as histórias bíblicas sobre a última semana de Jesus, nas quais ninguém consegue encontrar nenhuma menção de quarta-feira. É chamado de um dia perdido”, disse Humphreys à Reuters. “Mas isso parecia ser tão improvável: afinal de contas Jesus era um homem muito ocupado.”

Suas descobertas ajudam a explicar a inconsistência misteriosa entre os Evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas, que disseram que a Última Ceia coincidiu com a Páscoa Judaica e o de João, que disse que a refeição ocorreu antes do dia sagrado judaico que comemora o Êxodo do Egito.

A pesquisa de Humphreys sugere que Jesus, Mateus, Marcos e Lucas estavam usando o calendário pré-exílico, do tempo de Moisés e que conta o primeiro dia do mês a partir do final do antigo ciclo lunar, enquanto João estava se referindo ao calendário oficial judaico.

“Foi um erro extremamente curioso para qualquer um fazer porque para o povo judeu, a Páscoa Judaica era uma refeição muito importante”, disse Humphreys, um cientista na área de metalurgia e materiais, e cristão.

Com a ajuda de um astrônomo, Humphreys reconstruiu o calendário pré-exílico e colocou a Páscoa Judaica no ano 33 d.C, amplamente aceito como a data da crucificação de Jesus, na quarta-feira, 1o de abril.

Isto significa que se os cristãos modernos quiserem estabelecer uma data para a Páscoa com base nos cálculos de Humphreys, que ele investiga desde 1983, o Dia da Páscoa seria no primeiro domingo de abril.