Uma nova data para a Páscoa

LONDRES (Reuters Life!) – A Última Ceia ocorreu numa quarta-feira — um dia antes do que se pensava — e a data para a Páscoa agora pode ser modificada, segundo um cientista da Universidade de Cambridge que está buscando resolver as contradições mais persistentes da Bíblia.

Cristãos estabeleceram a última refeição de Jesus na Quinta-feira Santa há séculos, mas graças a uma redescoberta do antigo calendário judaico, o professor Colin Humphreys sugere outra interpretação.

“Eu estava intrigado com as histórias bíblicas sobre a última semana de Jesus, nas quais ninguém consegue encontrar nenhuma menção de quarta-feira. É chamado de um dia perdido”, disse Humphreys à Reuters. “Mas isso parecia ser tão improvável: afinal de contas Jesus era um homem muito ocupado.”

Suas descobertas ajudam a explicar a inconsistência misteriosa entre os Evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas, que disseram que a Última Ceia coincidiu com a Páscoa Judaica e o de João, que disse que a refeição ocorreu antes do dia sagrado judaico que comemora o Êxodo do Egito.

A pesquisa de Humphreys sugere que Jesus, Mateus, Marcos e Lucas estavam usando o calendário pré-exílico, do tempo de Moisés e que conta o primeiro dia do mês a partir do final do antigo ciclo lunar, enquanto João estava se referindo ao calendário oficial judaico.

“Foi um erro extremamente curioso para qualquer um fazer porque para o povo judeu, a Páscoa Judaica era uma refeição muito importante”, disse Humphreys, um cientista na área de metalurgia e materiais, e cristão.

Com a ajuda de um astrônomo, Humphreys reconstruiu o calendário pré-exílico e colocou a Páscoa Judaica no ano 33 d.C, amplamente aceito como a data da crucificação de Jesus, na quarta-feira, 1o de abril.

Isto significa que se os cristãos modernos quiserem estabelecer uma data para a Páscoa com base nos cálculos de Humphreys, que ele investiga desde 1983, o Dia da Páscoa seria no primeiro domingo de abril.

Batel Soho: um lugar que não existe em um bairro que não há

Um famoso cardiologista que trabalhava no Hospital Angelina Caron, na Região Metropolitana de Curitiba, respondeu ao ser perguntado se gostaria de trabalhar em outro país:

– Nada mais provinciano que querer sair da província.

Nada mais provinciano que tentar negar suas origens.

Afirmá-las sem se fechar às influências do tempo e das novas culturas, no entanto, é o que se pode chamar do máximo do refinamento.

Recentemente, criou-se aqui em Curitiba essa história de Batel Soho. O Batel Soho é uma idéia da Associação de Comerciantes da Região da Praça da Espanha (Ascores) para designar uma região que inclui uns 10 quarteirões em torno da simpática Praça Espanha.

No que me diz respeito, o conceito em si é excelente e eles podem designar o que quiserem daquilo que bem entenderem mas, pessoalmente, não compro a idéia do nome Batel Soho.

Estou certo de que a aposta de sucesso – que será atingido, não tenha dúvida disso, pois a idéia é interessante – gira em torno de iniciativas similares como a Soho Hong Kong, na China, e o Palermo Soho, na Argentina. E também ao redor do deslumbramento que a palavra SoHo parece ter o poder de causar.

O que talvez os deslumbrados de sempre desconheçam é que Soho é um termo que surge da união das iniciais de South e Houston. Em Nova York, SoHo é a região que fica ao sul da Rua Houston. Daí o nome. Soho também é uma badalada região central de Londres.

Creio, porém, que o sucesso do Soho original – ou originais, se considerarmos o de Londres também – se deu de forma orgânica e natural e o que tentamos fazer é o caminho inverso. Coisa sempre meio jacu, diga-se de passagem.

É notável, no entanto, que a Praça Espanha originalmente não fique no Batel. Ela está situada em um bairro chamado Bigorrilho, vizinho ao Batel. Por motivos similares, Inglaterra e Argentina entraram em guerra na década de 80 a fim de descobrir se uns terreninhos perdidos no meio do oceano se chamavam Malvinas ou Falklands.

Mas não imagino moradores do Batel e do Bigorrilho arrancando os paralelepípedos das ruas, diante de uma polícia atônita, partindo para a briga para descobrir a quem, afinal, pertence o Soho da Capital das Araucárias, aos gritos de guerra tais como: “Mim Curitiba! Mim muito-pinhão! Mim muito-pinhão!”

O bairro Bigorrilho, por sua vez, parece ter um nome não muito vendável, ao menos aos ouvidos das imobiliárias, que preferem chamá-lo de Champagnat, para melhor acomodar os fregueses do Batel Soho.

Nas décadas de 1970 e de 1980, o bairro transformou-se em uma espécie de paliteiro das construtoras, que enfiaram nas proximidades de sua principal avenida mais edifícios do que permitiria a sensatez.

Na melhor das hipóteses, o Soho curitibano seria chamado de Champagnat Soho. Talvez este nome tenha sido evitado para esquivar-se da dupla dificuldade: um lugar inventado em um bairro cujo nome autêntico não é esse. Afinal, nem passou pela cabeça de algum comerciante chamar a invenção de Bigorrilho Soho. Assim, estrategicamente, cedeu-se o posto avançado de comércio ao bairro vizinho.

Temos portanto a seguinte situação: um lugar inventado (Soho), num bairro que não existe (Champagnat), emprestado a um bairro ao qual não pertence (Batel). É desse tipo de material que os sonhos de consumo são feitos.

Veja mais:

http://livroseafins.com/

A Tendência da banda Strike

Tema oficial DICMOUER WORDPRESS

BANDA: STRIKE

MÚSICA: A TENDÊNCIA

LETRA (OBS: SE NÃO SOUBER A LETRA É SÓ CANTAR YÉ YÉ… 😉 )

Se já não sei quem eu sou
E vivo sempre a esperar
A tendência… a tendência…
Mudei o look,
Aumentou minha audiência
Sem eu precisar, de essência… de essência…

Posso ser triste, emotivo
Alegre ou deprimido
Mudo até você me aceitar
Eu posso ser um nerd assumido
Ou fashion colorido
O que importa é alguém comprar

Se quer saber… cansei
O mundo me ignora
E elas não ligam pra mim
Voltei, sou rock star agora
Vazio por dentro,
Mas por fora perfeitin

E se eu bombar,
Meu site na internet você vai me amar?
Vou tocar no teu rádio até você cansar
E na tv vou estar, serei teu vício…

E eu já choro até
E se não tiver letra é só cantar ‘yeah, yeah’
Se faltar conteúdo, vai sobrar mulher
Sou inútil mas não sou um qualquer
Você vai querer estar comigo

Eu hoje aperto a calça pro volume ser maior
Se esquento a franja pra auto estima é melhor
De nike e gola v
Pra causar no shopping e conquistar você

Se quer saber… cansei
O mundo me ignora
E elas não ligam pra mim
Voltei, sou rock star agora
Vazio por dentro,
Mas por fora perfeitin

E se eu bombar,
Meu site na internet você vai me amar?
Vou tocar no teu rádio até você cansar
E na tv vou estar, serei teu vício

E eu já choro até
E se não tiver letra é só cantar ‘yeah, yeah’
Se faltar conteúdo,vai sobrar mulher
Sou inútil mas não sou um qualquer
Você vai querer estar comigo

Mas eu não tenho nada a acrescentar
Sua interesseira, que tenta aproximar
Na capa da revista teen pra você olhar
Uô uô baby…

E se eu bombar,
Meu site na internet você vai me amar?
Vou tocar no teu rádio até você cansar
E na tv vou estar, serei teu vício

E eu já choro até
E se não tiver letra é só cantar ‘yeah, yeah’
Se faltar conteúdo,vai sobrar mulher
Sou inútil mas não sou um qualquer
Você vai querer estar comigo