O Brasil seria melhor com o #PSDB ?

Nas redes sociais é praticamente um esporte criticar o governo do PT. De fato tem mesmo muito que se criticar.

Só espero que não tentem me fazer acreditar que o PSDB é o remédio para os problemas do Brasil porque é isso é pura criancice.

A solução, infelizmente, é isso que a maioria dos jornais chama de vandalismo. Toda essa manifestação trouxe a tona duas coisas:

A primeira delas é forma truculenta como o governo tucano trata as manifestações sociais. Para quem acha que esse foi um problema pontual, e não uma política de governo, tente se lembrar do governo Álvaro Dias, aqui no Paraná, e do episódio envolvendo professores e cavalos. O dia 30 de agosto de 1988 foi tão marcante que até hoje as escolas estaduais param nesse dia.

A segunda coisa que vem a tona é a maneira branda como a mídia trata as cagadas dos governos PSDB, refletida claramente quando trata a manifestações dos jovens de São Paulo como simples vandalismo, ignorando num primeiro momento o despreparo da polícia no trato da manifestação. Só mudaram de posição quando viu que o povo não tava engolindo.

Daí vem meu questionamento: A corrupção hoje no país é maior que na era FHC ou é apenas a mídia que está mais a vontade para divulgar?

Não estou me colocando a favor do PT, afinal, roubo é roubo e tem que ser punido. Apenas proponho a reflexão: Com o PSDB seria melhor?

Segue um relato de quem estava no meio da muvuca <http://ronaldobressane.com/2013/06/14/por-gentileza-tirem-geraldo-alckmin-do-poder/>

#RevistaISTOE vs. #veja … Escolha seu lado!

FONTE: JORNAISEREVISTAS

Em clara resposta à capa da última edição da Veja, que colocava a candidata do PT Dilma Roussef em contradição, a revista IstoÉ desta semana utilizou a mesma idéia, desta vez colocando o candidato do PSDB, José Serra, em contradição sobre o caso do suposto desvio de 4 milhões de reais.

Vs.  

Presidente ou Presidenta?

Dicionário Aurélio ensina que o feminino de presidente é presidenta. É isso mesmo, com o “a” no final. Talvez seja um pouco estranho ao ouvido por falta de costume.

Sobre o assunto o Prof. Hélio Consolaro explica:

A predominância do masculino na língua reflete o machismo. Se houver numa sala 39 mulheres e um homem, o orador deverá usar o masculino na sua invocação: prezados senhores… No máximo, falará: prezadas senhoras e prezado senhor. Ofenderia o macho presente se o orador generalizar pelo feminino e dissesse apenas: prezadas senhoras.Assim, em passado recente, não havia feminino de presidente e nem de hóspede. Agora, depois da luta das mulheres na sociedade, os dicionários já registram e a gramática aceita os femininos: presidenta, hóspeda.

Por que isso não acontece na hierarquia da Polícia Militar? Na entrevista desta Folha, edição de 1.º/6, Katia Damasceno Sabino foi tratada por soldado, nada de soldada.

Nenhum dicionário registra o feminino “soldada” e tampouco “sargenta”, apenas Luiz Antonio Sacconi em sua “Nossa Gramática – Teoria e Prática”, Editora Atual, admite tais flexões.

Na verdade, a Polícia Militar, com a presença da mulher em suas fileiras, mantém a estrutura machista, segura a feminização das patentes na divulgação de seus documentos oficiais. E gramáticos e jornalistas concordam com isso.

Não se sabe como as soldadas se sentem sendo tratadas como homens, mas há mulheres que escrevem versos e não gostam de ser chamadas de poetisas, querem ser tratadas de poetas, acham que o feminino as desvaloriza. Isso também é machismo, e pior, machismo do feminino.

Talvez seja apenas preocupação de um professor de Português e os soldados femininos estejam gostando desse tratamento.

Hélio Consolaro é professor do Ensino Médio e jornalista.

FONTE: FALABONITO