EUA estão envolvidos no acidente que matou Eduardo Campos, diz jornalista

De acordo com o jornalista investigativo norte-americano Wayne Madsen, especialista em inteligência e assuntos internacionais, os Estados Unidos, por meio da CIA, estariam envolvidos naqueda do avião que matou Eduardo Campos no dia 13 de agosto.

A denúncia de Madsen foi feita na sua coluna “All Factors Point to CIA Aerially Assassinating Brazilian Presidential Candidate” (“Todos os Fatores indicam que a CIA assassinou por via aérea candidato brasileiro à Presidência”, sem tradução para o português), publicada no jornal online Strategic Culture Foundation. No texto, que lembra uma teoria da conspiração, o jornalista afirma que uma derrota de Dilma Rousseff representaria uma vitória para os planos de Barack Obama de eliminar “presidentes progressistas” da América Latina.

LEIA MAIS EM: http://www.megacurioso.com.br/politica/45618-eua-estao-envolvidos-no-acidente-que-matou-eduardo-campos-diz-jornalista.htm

ORIGINAL EM INGLÊS: http://www.strategic-culture.org/news/2014/08/30/all-factors-point-cia-aerially-assassinating-brazilian-presidential-candidate.html

Dilma vence debate da UOL… confira a repercussão

FONTE: UOL, FOLHA, GAZETA DO POVO

A grande sacada desse debate na internet foi abrir as perguntas para os internaltas… saiu cada pérola…

Vejamos o Serra…

Agora a Dilma…

Segue agora um “Melhores momentos” extraído do Site Gazeta do Povo:

Seria engraçado se não fosse trágico o Serra criticar a carga tributária brasileira… foi no governo tucano que ela alcançou a estratosfera. Eu, na qualidade de contador formado por uma das melhores faculdades do Brasil, tenho embasamento para dizer que a tributação não aumentou nos últimos 8 anos… se discorda, cite um imposto novo. Porque o governo está arrecadando mais? simples: Quanto mais o povo tem dinheiro mais imposto é arrecadado.

Serra negou que o grupo político dele governa São Paulo a mais de 20 anos… como assim? E o Mário Covas???

Debate na web: Futuro do pretérito ou pretérito do futuro

Hoje foi um dia especial. O #debateFolhaUOL entrou no ranking do twitter mundial. A transmissão pela web foi de uma qualidade excepcional (confira os comentários no meu twitter). O Blog do Tas participou da transmissão. Os internautas puderam participar pela primeira vez de um debate com os candidatos a presidente do Brasil. E os pontos positivos terminam aí.

Se a forma é ousada, me desculpem os ilustres Dilma, Marina e Serra, os candidatos são do século passado. Ou, pelo menos, suas assessorias são. Criaram regras inflexíveis e medrosas que impedem que o eleitor mais interessado possa ter algum tipo de atração por conversa tão controlada.

Sem dúvida, a grande contribuição do #debateFolhaUOL, tag que figurou no ranking do Twitter mundial nesta tarde histórica, foi a participação do público fazendo perguntas aos candidatos. Veio dali a novidade que nos lembrou que somos nós, a sociedade, o principal interessado nessa disputa. Há muito, as TVs viram seus debates serem engessados por regras cada vez restritas que transformaram o debate num jogo de xadres morno que só interessa aos próprios candidatos, seus partidos e a jornalistas.

A internet, com sua arquitetura líquida, flexível e transparente deveria inspirar a política brasileira. Mas esta se recusa à conversão digital. Não nega seu DNA rígido, controlador e originária dos currais eletrônicos, como os maraenhenses, por exemplo. Digna de nota, a participação do candidato Plinio de Arruda Sampaio, que alijado do debate cibernético, abriu um link numa twitcam e entrou comentando abertamente, em tempo real, retrucando seus oponentes como um autêntico hacker da terceira idade. Boa, Plínio!

Queridos Serra, Marina e Dilma: vejam como foi a campanha eleitoral norte-americana ou na Inglaterra e entendam de uma vez por todas que o público está interessado em conhecer vocês do jeito que vocês são. Lá, os candidatos são obrigados a abrir até mesmo sua vida pessoal para que o eleitor possa vascular cada milímetro do seu passado. Lá, ao contrário daqui, eles vão até os programas de humor porque entendem que a lente dos comediantes podem iluminar e aproximar as candidaturas do eleitor. Aqui, ao contrário, eles fogem e o TSE censura a participação dos humoristas. Enfim, meus caros candidatos, espero que vocês entendam que o eleitor, que cada dia se aprimora (pelo menos este é meu pensamento e torcida) que vê-los do jeito que vocês são e não do jeito que os seus “dudas mendonças” querem que a gente engula vocês.

Digo isso com o maior respeito e consideração. Nunca antes na história desse país tivemos candidatos de nível tão alto. Infelizmente, nunca antes na história desse país tivemos candidatos- ou suas assessorias- tão medrosas quanto à livre expressão.

Viva a liberdade, viva a democracia, viva o Brasil!

FONTE: BLOG DO TAS

Candidatos a Presidente em debate na Band

FONTE: MSN

O 1° debate na TV pela Rede Bandeirantes teve a participação de quatro candidatos à Presidência da República: José Serra (PSDB), Dilma Rousseff (PT), Marina Silva (PV) e Plínio Arruda Sampaio (PSOL). O jornalista Ricardo Boechat mediou o encontro.

No evento, que começou às 22h15 e durou pouco mais de duas horas, o tucano José Serra teve mais disposição para criticar a sua principal adversária, a petista Dilma Rousseff, mas na maior parte do tempo, o clima foi morno, com poucos enfrentamentos.

No primeiro bloco, todos os candidatos responderam qual problema atacarão primeiro se eleitos: segurança, educação ou saúde.

O primeiro a falar foi o candidato do PSOL. Plínio Arruda Sampaio fez um pequeno protesto e disse que a mídia teria esquecido os candidatos nanicos. Segundo o candidato, o PSOL atacaria os três problemas ao mesmo tempo “com coragem”.

Marina Silva foi a segunda a falar. Para a candidata, saúde é um dos primeiros problemas a serem enfrentados. “A saúde não pode esperar nenhum momento”. Silva falou dos brasileiros que sofrem em filas para serem atendidos e lembrou que já viveu este problema no Acre.

José Serra comparou a importância dessas questões a órgãos do corpo humano. “Saúde e segurança tem a ver com a vida, educação com o futuro”. Serra disse que, se eleito, o governo federal vai combater o crime de forma abrangente, vai “acelerar” a saúde no Brasil criando centros de especialidades e vai criar o ProTec, um ProUni de nível técnico.

A última a falar, Dilma Rousseff, disse que é papel do governo atacar simultaneamente os “três pilares da política pública do Brasil”. Se eleita, a candidata quer melhorar a qualidade de ensino dando ênfase ao problema do professor e vai complementar o SUS (Sistema Único de Saúde).

Em seguida os candidatos fizeram perguntas entre si. Serra pediu mais explicações sobre os projetos de governo da candidata do PT. Marina perguntou sobre a experiência de Serra enquanto oposição e situação, e lembrou que nenhum dos dois grandes partidos que se revezaram no poder nos últimos 16 anos conseguiram esquecer as divergências.

Plínio perguntou para Dilma sobre desmatamento e redução da jornada de trabalho. E Dilma questionou como Serra, se eleito, pretende manter a criação de empregos como fez o governo Lula, alegando que durante os 8 anos do governo FHC o número de empregos não foi equivalente ao do governo atual.

O candidato do PSDB pediu que a petista não pensasse em governar olhando para o retrovisor e lembrou que a situação econômica do país é diferente hoje da época do governo FHC.

Diversas vezes os candidatos estouraram o tempo e os microfones foram abaixados.

Candidatos perguntam para candidatos

No segundo e terceiro blocos, os candidatos fizeram perguntas uns aos outros. Marina questionou Plínio como acabar com a pobreza. O candidato do PSOL disse que quer distribuir a renda de forma “radical”, diferente do que fizeram PT e PSDB, que segundo ele, concentraram renda.

Dilma pediu que Serra comentasse dois programas do governo Lula: o da indústria naval e o ‘Luz para Todos’. Serra não fez objeções e disse que o país também precisa ter indústria de peças para navios, e não só importar. Quanto ao ‘Luz para Todos’, Serra considerou o programa positivo. “Se eu chegar lá, vou inclusive acelerá-lo”, completou.

Mais disposto a ‘bater’ em Dilma, Serra questionou a diminuição do número de mutirões na área da saúde. Dilma respondeu que esta não deve ser uma política de saúde do governo, e disse que o governo não acabou com os mutirões, mas os descentralizou.

Plínio Arruda Sampaio perguntou a Dilma sobre seus gastos como ‘mãe do PAC’. Dilma disse que o governo Lula fez a mais profunda reforma agrária do país.

Jornalistas perguntam para candidatos

No quarto bloco, os jornalistas Joelmir Beting e José Paulo de Andrade fizeram perguntas aos candidatos. A altíssima carga tributária e os juros brasileiros, um dos mais altos do mundo, foram questões levantadas a Dilma. Para a petista, os juros vão cair e o Brasil soube como sair da crise financeira global.

Serra foi perguntado sobre as privatizações do governo FHC. Ele citou petistas que já elogiaram as privatizações do governo anterior, mas complementou dizendo que quer reforçar a estatização de empresas que já são do governo, como os Correios. Dilma questionou os contratos de privatização durante a presidência do PSDB.

Marina foi perguntada sobre qual política ambiental planeja priorizar: aquecimento global ou saneamento básico. A candidata do PV respondeu que “tudo faz parte de uma mesma equação” e completou que a defesa da natureza é uma “luta generosa” porque integra toda a sociedade, já que todos precisam do meio ambiente, da mesma forma.

O candidato do PSOL respondeu porque é contra a usina de Belo Monte. Para ele, a obra tem um preço exorbitante e a transposição do rio São Francisco servirá ao agronegócio. Na opinião dele, o Nordeste já tem água suficiente.

Considerações finais

Serra disse que estava feliz, apesar de não ter sorrido muito durante o debate. “Concorrer à Presidência me emociona, já que vim de uma família modesta”. O tucano fez uma rápida síntese da sua vida e disse que vai abrir oportunidades para os brasileiros.

Dilma agradeceu aos candidatos, falou de sua experiência durante o governo Lula e conquistas. “As mulheres deste país estão preparadas para serem presidentes da República e o Brasil está preparado para elas”.

Marina Silva disse que espera que nestas eleições os candidatos possam “sem negar as conquistas alcançadas até agora, assumir que ainda há muito por fazer”. E finalizou com um poema.

Plínio de Arruda Sampaio, que protestou diversas vezes durante o debate dizendo estar sendo discriminado, disse que queria expressar a vontade política do brasileiro, que também é discriminado: “Vamos arrebentar este muro que nos divide”.

A maioria dos veículos de comunicação classificam o debate de ontem como morno ou chato. Reflexo da preferência da mídia por polêmica e baixaria gratuita na televisão (Acho que preferem 4 “Plinios” fazendo discurso comunista e perguntas capciosas…).

Penso que o debate foi aquilo que deve ser… um perguntando das propostas OBJETIVAS dos outros e com jornalistas fazendo perguntas verdadeiramente pertinentes!

Verdades sobre Lula

FHC, o farol, o  sociólogo, entende tanto de sociologia quanto o governador  de São Paulo, José Serra, entende de economia.  Lula, que não entende de sociologia, levou 32 milhões de miseráveis e pobres à condição de consumidores; Lula, que não entende de economia, pagou as contas  de FHC, zerou a dívida com o FMI e ainda empresta algum  aos ricos.
Lula, o “analfabeto”, que não  entende de educação, criou mais escolas e universidades  que seus antecessores juntos e ainda criou o PRÓ-UNI,  que leva o filho do pobre à universidade.
Lula, que não entende de finanças nem de contas públicas,  elevou o salário mínimo de 64 para mais de 200 dólares  e não quebrou a previdência, como queria FHC.
Lula, que não entende de psicologia, levantou o moral da nação e disse que o Brasil está melhor que o mundo.  Embora o PIG – Partido da Imprensa Golpista, que entende de tudo, diga que não.
Lula, que não entende de engenharia, nem de mecânica, nem de nada, reabilitou o Proálcool, acreditou no biodiesel e levou o país à liderança mundial de combustíveis renováveis.
Lula, que não entende de  política, mudou os paradigmas mundiais e colocou o Brasil  na liderança dos países emergentes – o país passou a ser  respeitado e enterrou para o G-8.
Lula, que não  entende de política externa nem de conciliação, pois foi  sindicalista brucutu, mandou às favas a ALCA, olhou para  os parceiros do sul, especialmente para os vizinhos da  América Latina, onde exerce liderança absoluta, sem ser  imperialista. Tem fácil trânsito junto a Chaves, Fidel, Obama, Evo, etc. Bobo que é, cedeu a tudo e a todos.
Lula, que não entende de mulher nem de negro, colocou o primeiro negro no Supremo (desmoralizado por brancos), uma mulher no cargo de “primeira ministra” e pode fazê-la sua sucessora.
Lula, que não  entende de etiqueta, sentou ao lado da rainha (a convite dela) e afrontou  a fidalguia branca de lentes azuis.
Lula, que não entende de desenvolvimento, nunca ouviu falar de Keynes, criou o PAC, antes mesmo que o mundo inteiro dissesse que é hora de o Estado investir, e hoje o PAC é um amortecedor da crise.
Lula, que não  entende de crise, mandou baixar o IPI e levou a indústria  automobilística a bater recorde no semestre.
Lula, que não entende de português nem de outra língua, tem fluência entre os líderes mundiais, é respeitado e citado entre as pessoas mais poderosas e influentes no mundo.
Lula, que não  entende de respeito a seus pares, pois é um brucutu, já  tinha empatia e relação direta com Bush – notada até  pela imprensa americana – e agora tem a mesma empatia com  Obama.
Lula, que não entende nada de  sindicato, pois era apenas um agitador, é amigo do tal  John Sweeny e entra na Casa Branca com credencial de  negociador, lá, nos “States”.
Lula, que não entende de geografia, pois não sabe interpretar um mapa, é ator da mudança geopolítica das Américas.
Lula, que não entende nada de  diplomacia internacional, pois nunca estará preparado,  age com sabedoria em todas as frentes e se torna  interlocutor universal.
Lula, que não entende nada de história, pois é apenas um locutor de bravatas, faz história e será lembrado por um grande legado, dentro e fora do Brasil.
Lula, que  não entende nada de conflitos armados nem de guerra, pois  é um pacifista ingênuo, já é cotado pelos palestinos  para dialogar com Israel.
Lula, que não  entende nada de nada, é melhor que todos os outros.